quarta-feira, 16 de novembro de 2016

CONVERSANDO COM MÃE DILMA





Olá mãe Dilma. Desculpe eu estar ligando a cobrar, mas é que a coisa tá feia. Eu sei que a senhora também anda comprando fiado e pedindo troco, mas isso é coisa de brasileiro mesmo.

E ai, a senhora já ligou para o padrinho? Ligue mãe, pois ele está precisando do conforto dos amigos. Tia Marisa disse que ele passa o tempo inteiro na pinga e correndo para o banheiro toda vez que falam no nome do juiz Moro. Aliás ela disse que vai promover um chá de fraldões junto aos amigos, pois tem horas que ele não consegue chegar ao banheiro e faz as coisas nas calças mesmo. É verdade, mãe. Basta alguém bater à porta pela manhã.

Eu se fosse ele fugiria logo para a Itália. Claro, é melhor do que ir apodrecer no xilindró da Papuda. Sim mãe, o Ciro não prometeu que o sequestraria... Então, a hora é agora. Verdade mãe. O que o Ciro diz de manhã de noite não vale mais nada. A palavra dele é como bolha de sabão que se desfaz no primeiro vento.

Eu também não sei de onde sai tanto delator. Já tem delator abrindo associação de classe, e logo poderemos ter no Brasil o sindicato da delação. E por falar em delação a senhora viu a entrevista do bicho vei? Sim mãe, foi no próprio Palácio. Ave, foi mais de uma hora. Eu fiquei com saudade de suas falas atrapalhadas, das mandiocas, da mulher sapiens e do projeto de ensacar vento.kkkkkkkkkk. Desculpe mãe, mas é que era engraçado demais.

Mãe vou desligar para a senhora não ter tanto prejuízo com a nossa conversa. Não, eu estou indo ali ver a fogueira. Que fogueira? Mãe, a que vai assar o Renan. O coitado já está com o espeto enfiado. Basta somente sapecar. Menos um né mãe? Adoro esse seu lado humano.

Beijo mãe Dilma. Qualquer coisa a senhora me acha no Zap-zap.

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