segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Conversando com mãe Dilma




Olá mãe Dilma, tudo bem com essa mulher? Que mulher? Claro que é a senhora. Quem mais poderia ser?

Sim é verdade. Eu assumo a culpa pelo sumiço, mas agora estou de volta. me sentindo o Roberto Carlos de frente ao portão. Falando em portão mãe, a senhora continua rezando aquelas orações fortes que o Sarney a ensinou? Eita, é por isso que tá tudo desmoronando em Brasília
....

Mãe, esse Camilo é muito bestinha né? Pois num é. Ficar falando de águas do São Francisco, culpando o Temer. Claro que eu sei que a senhora deu o dinheiro. E também, a senhora não podia trazer a água no balde. O pior é que nem o diabo do trem da Transnordestina não saiu, senão teria trazido a água.

Mãe, o Ciro quer assumir o lugar do padrinho. A senhora tá vendo a onda dele, querendo se passar pelo Trump. Pois num é, logo ele que muda mais de cor do que camaleão. O vermelho no Brasil está como o vermelho nas arenas da Espanha: levando chifre direto.

Pois é. A senhora agora tem meu WhatsApp. Qualquer coisa é só me chamar. Sim eu continuo fazendo as mesmas coisas. E não me fale mais nesse cartão corporativo. Se eu soubesse que a senhora iria deixar com o Temer eu teria escondido. Mas faz parte. Na próxima a gente acerta.

Vou ver se tem algum peixe no aquário do Cid. Sim, está na mesma, pois o Camilo está liso que nem mulher da vida durante a semana santa.

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