Os pacientes renais que não realizam o tratamento de hemodiálise têm mortalidade alta, segundo informa o nefrologista do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), Célio Barbosa. O cateter, tubo pelo qual passa o sangue durante o processo, está em falta desde a tarde da última terça-feira, 3. O nefrologista considera um “absurdo” que, por isso, pessoas corram o risco de morrer por uma enfermidade crônica que tem tratamento médico. Em um mês, a previsão é que, em média, cerca de 150 pacientes deixarão de iniciar o tratamento por não haver material disponível. “Pode ter a máquina, a enfermeira, o médico, mas sem o cateter não é possível realizar a diálise”, ressalta.
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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