Poxa, os fotossensores de Sobral anoiteceram e não amanheceram. Tiveram morte súbita? Dizem que não, e sim que os mesmos estavam no lugar apenas para provocar efeito psicológico nos pés de chumbo, ou sejam, os que não atentam aos limites de velocidade. E agora, sem os fotossensores, como vai ser o festival de velocidades? Por que a Prefeitura não cumpriu o contrato com a empresa que loca esses equipamentos? Falta de compromisso e zelo com a população, apenas. Já que levaram os pardaizinhos, aproveitem e carreguem, também, os semáforos, sim pois eles não são obedecidos a começar pela classe de mototaxistas, eles que não respeitam nem mesmo o sinal da cruz. Sobral está anos luz atrás do desenvolvimento tecnológico na engenharia de tráfego. Nos horários de pico é um Deus nos acuda as filas intermináveis e o buzinaço, ambos denunciando a falta de ordem, de autoridade, de respeito e desenvolvimento mesmo. E vem um um ônibus de duas cabeças andando acima e baixo sem objetividade, sem plano, uma coisa absurda tentando justificar um projeto abusivo e atemporal. E passam as carroças com seus burros estressados, pegando chibata nos lombos, e amontoam-se as motos, que mais se parecem um enxame atrás da abelha-rainha. E haja buraco nas ruas, e haja gente desprovida de educação disputando os espaços das vias, cada com mais razão do que o outro, e ai sentimos que a transfiguração da "Corrida Maluca", está acontecendo aqui nesta cidade sem plano, sem controle e sem ordem.
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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