"Meu bem, mas quando a vida nos violentar Pediremos ao bom Deus que nos ajude Falaremos para a vida: "Vida, pisa devagar meu coração cuidado é frágil" "Eu quero gozar no seu céu, pode ser no seu inferno Viver a divina comédia humana onde nada é eterno Ora direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso Eu vos direi no entanto: Enquanto houver espaço, corpo e tempo e algum modo de dizer não Eu canto". "E hoje eu sei, eu sei Que quem me deu a ideia De uma nova consciência E juventude Está em casa Guardado por Deus Contando o seus metais". "Eu tenho medo um Rio, um Porto Alegre, um Recife Eu tenho medo Paraíba, medo Paranapá Eu tenho medo Estrela do Norte, paixão, morte é certeza Medo Fortaleza, medo Ceará". "Ate mais ver, ate mais ver, meu camarada. Contigo em mim e ainda em ti, vou indo em dois qualquer distancia entre nos, tornada em nada, só assinala um novo encontro pra depois. Só long sem gesto, um bie ao leu.. Não diga sorte Não fale adeus que enruga o olhar mais compassivo se, sob o sol, nada mais velho e vil que a morte, quem viu, na vida, novidade em estar vivo"?
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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