E foi assim que vi, ainda adolescente, Belchior dar início ao sucesso como cantor. Ele era diferente com seu jeito pausado de nos encher de poesias desconexas e coisa e tal. Ele foi um astro maravilhoso, talvez um Halley, que por fim decidiu sumir da galáxia e só aparecer no final da poesia da vida.
Deixa com a gente a sua poesia, amigo Belchior, e parte com Deus.
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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