Não sei se consciência e/ou personalidade é adquirida no seio familiar ou se na maratona dos livros. De minha parte não acredito que seja uma tendência do ser em se dispor a obedecer, mas uma reação natural dos que conseguem, desde cedo, ter a percepção do certo, do errado, do mero e do óbvio. Meu filho João Diogo, de apenas quatro anos, ao avistar um semáforo vermelho faz um alarde para que eu pare, e me avisa quando o mesmo fica verde, como que me dando permissão de prosseguir. Enquanto espero a liberação vejo mototaxistas, taxistas, pessoas com seus carrões importados ou nacionais (nem todos) desafiando a lei e colocando em risco a sua integridade física e a do próximo, a partir de uma mau comportamento. João Diogo deve ter aprendido na escola, certamente, e desde cedo já põe em prática a cidadania no aspecto do respeito ao direito do próximo e na autenticidade do comportamento. Ele com certeza será um homem íntegro, pois já mostra, mesmo em sua tenra idade, um comportamento que os desobedientes do semáforo provavelmente não têm. Em suma, o que induz o homem à prática da cidadania do trânsito não é a idade, a profissão, ou o modelo do carro, mas a sensibilidade ao direito e o respeito a igualdade.
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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