terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Muita chuva e pouca gratidão



Não gosto demasiadamente de interferir na vida alheia, mas cá para o nosso gasto, o agradecimento a Deus pelas chuvas não chega nem perto do clamor por conta da seca. Vem do começo do mundo a ingratidão.

O homem nunca será como a rã, que coaxa pedindo a chuva e canta quando ela molha a terra.

Aliás, é difícil demais se ter uma compreensão mais acurada acerca do comportamento das pessoas. Do homem do campo, por exemplo, que aprende a lamentar desde que nasce, compondo versos e prosas sobre o padecer com as secas, mas não sabe dizer nem duas palavras em homenagem a seu Deus, quando a chuva cai em abundância e os campos ficam verdejantes.

Gente é gente!

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