De que adianta a policia com seus carrões, com seus milhões de soldados, seu armamento, sua disposição de combate, suas produções de perseguições e prisões, se a Justiça desfaz tudo e o pessoal dos defeitos desumanos acabam atrapalhando tudo? A relação da PM em relação a essas entidades muito se parece com o cego sendo seguido pelo manco na beira-mar, em que primeiro vai na frente fazendo marcas com a bengala e o segundo vem atrás arrastando o pé, desfazendo tudo. A polícia com relação à OAB, no que tange às prisões, é tal qual o episódio do socó comendo Muçum na beira da lagoa, onde o bicho liso entra pelo seu bico e escorrega pelo fundo, até que ele se canse e bata em retirada imaginando que não deu conta da grande quantidade de presas. Nós brasileiro, que fomos à escola, que lemos jornais, revistas, que pregamos os olhos na televisão, o ouvido no rádio e que agora andamos de cara pra cima operando o zap-zap, já somos suficientemente capazes de enxergar que as instituições citadas neste comentário já faz muito tempo que nos fazem de trouxas, panacas e palhaços, pois ficam brincando de leis enquanto a gente puxa os terços rezando pelos mortos e pedindo livramento de ladrão. No Brasil, só quem deseja ver o fim da bandidagem e da impunidade é a grande massa. As instituições citadas brincam com a nossa cara, disfarçam, enganam-nos e assim vão comendo mole, preservando a vida dos bandidos e mantendo em alta o mercado da violência. Tá tudo combinado! Silveira Rocha
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Silveira Rocha
Jornalista profissional, cronista, editorialista, produtor de campanhas políticas, empresariais, ambientais e culturais. Atua no jornalismo desde 1986. E-mail: roccha2010@hotmail.com - Telefones: (88) 99941-2617 ou WhatsApp 99636-6616. Canais da Internet: silveiraroccha.blogspot.com - Facebook (Silveira Rocha).
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