sábado, 27 de junho de 2015

Conversando com mãe Dilma




Olá mãe Dilma, como estão indo as coisas que restam por ai nesse volume morto? Aqui tudo na mesma: nem anda nem para. O trânsito continua mais complicado que a inequação da raiz quadrada do Teorema de Pitágoras. Ave, a senhora não sabe quem foi Pitágoras? Nem eu. Melhor mudar de assunto, né?

Só a senhora vendo como é andar pelas ruas da cidade na hora em que os pais estão deixando os filhos nas escolas; em que o metrô aparece igual ao trem bala, levando o povo de graça; em que as bicicletas se esbarram nas carroças irritando os burros;  e que as motos malucas ignoram as leis e são responsáveis pela superlotação dos hospitais.

E o padrinho, continua criticando seu governo? O povo está dizendo que a cabeça dele está cheia de titica de tucano. Essa cana acaba com o juízo dele. Ainda bem que o povo sabe que ele não enxerga direito, não escuta direito, porém fala mais que papagaio de locutor esportivo.

Mãe, ele continua com desarranjos intestinais? Dê-lhe o chá do olho da goiabeira e esconda o litro de pinga. Ele precisa ficar bom para depor. É claro que ele é inocente. Onde é que um homem como ele pode ter sido desonesto? Tudo bem que ele tenha prevaricado com a Rose, mas não perdeu o dedo numa ratoeira, como povo anda dizendo, e sim num torno.

Vou desligar, pois estou indo para o chitão do Toinho, sim o filho do Zezinho.  Depois a gente fala mais. Grande abraço mãe Dilma. 

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