sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Conversando com mãe Dilma



Olá mãe Dilma.

Poxa, eu cheguei a pensar que nunca mais falaria com a senhora. Que nada, eu não sou como aqueles seus amiguinhos que viviam puxando o cós das suas saias, e que agora olham para o céu quando a senhora passa.

Mãe eu sempre fui fiel e amigo, não somente da senhora, mas também do totó, da vó Dilma Jane e até do seu cartão corporativo. Falando nele, cadê ele? Eu doido para fazer umas comprinhas... É mãe, poder é como fogo de vela. Depois que a vela apaga só resta a escuridão.

Falando em escuridão, me conte como está o padrinho Lula? Nossa, eu não sabia. Quer dizer que ele está fazendo curso de pastor com o É de ir mais cedo? Não mãe, isso só pode ser piada. A senhora não tá nem doida de emprestar dinheiro pra ele. Isso, isso, isso. Ele pega o dinheiro conta nos dedos o dia de pagar, e esse dia cai exatamente no dedo que falta. Bate! É nós mãe Dilma!

Eu não concordo com essa sua ideia de abrir bodega, mas pensando bem, agora que a economia está melhorando, até que poderia ser uma boa. Aproveite a linha de crédito do Temer e invista nesse primeiro negócio, contudo, não se atreva a vender fiado.

Por aqui as políticas estão daquele jeito, com os maninhos se eternizando no poder e sem querer largar o osso. Concordo mãe, eles não têm profissão definida. Tadinhos.

Me diga quando virá por aqui? Não esqueça que o trem não chegou, que o rio não veio e que a refinaria fugiu amarrada no rabo de um veado.

Até qualquer dia mãe Dilma. E mão esqueça de lembrar sempre que eu a amo demais e nunca fui Falso, nem mesmo na lista.




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